quarta-feira, março 21, 2007

nas entrelinhas


Minha amiga tira de sua bolsa esse presente gordinho e cheio de vaquinhas dizendo: achei esse lápis a tua cara!!!¬¬
não precisava dizer mais nada!
mas ela fez questão de dizer o que estava no ar:
vaquinhas para uma vaquinha!!!

inimigos? PRA QUÊ???????
hahahahahahaha

obrigaaada marie!!! eu amei!!!


quinta-feira, março 15, 2007

anônimos fantásticos

nesses tempos de começo de aula têm me sobrado uns (bons e maus) tempos de ócio. e daí que ando procurando coisas aleatórias a fazer. e daí, que nessas "andanças" caio aqui no pc à procura de blogs. blogs de amigos, colegas, desconhecidos. e cada vez mais chego a conclusão de ser um erro escrever uma linha que seja. pq ao escrever perco tempo de leitura, tão boas letras que ando encontrando.
resolvi que se alguém aparecer por aqui, esse mesmo tenha acesso ao conteúdo de que falei. e possa ter o mesmo encanto que ando tendo. colocarei os links em breve. e escrevei ainda menos! :)
pris-ci-la!
:D

domingo, março 11, 2007

" Caminho

O esquecimento é o que me dói, nas crateras de memória onde o sonho então ruiu. Me pergunto então à aurora, esse sonho eu já vivi? Sem resposta então me lembro que a beleza tão sonora dos versos que ouvi nunca estava à altura da superfície tão temente da cabeça que é só tua. Um futuro de presente é o passado de ausência. O momento de amargura é o porvir do recomeço. Sempre nasce uma ternura do amor que é sempre avesso. A ternura displicente, de quem já amou e agora sente que o amor está em dívida. E não ama, não se entrega, para cobrar ainda em vida o amor mais reticente. O espelho ainda sangra a imagem tão pungente. E essa falta que entorpece espera o outono da demora para amar abertamente. Faz do verso pobre prosa, a mentira inocente. A paixão que entremeia o momento da derrota e a vitória indecente é tão frágil que ignora o que a verdade agora mente." (Ana Margrit)

sábado, março 03, 2007

o verdadeiro valor

passei pegar minha vó e fomos ao banco.
após ter feito o que tinha de fazer, entrando no carro daquele jeito típico, bem devagar e gemendo um tequinho ela começa assim: "ah, casar até que é bom, viu?!"
eu, sem entender mas curiosa, prossigo: "é mesmo vó?!"
ela: "é! veja bem: a gente casa, depois tem filhos, depois tem netos e os netos levam a gente no banco!!! casar até que é bom!!! veja só a Davina (uma tia solteirona) ela tem que ir a pé pro banco. coitada!"

só tendo uma vó como a minha, pra conseguir rir depois disso! hahahahahah